
Ibovespa hoje
- Ata do Copom: magnitude do ciclo de calibração serão determinadas ao longo do tempo.
- No 25º dia da guerra, Irã ataca Israel e países árabes; israelenses miram Beirute.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Rússia interrompe exportações de nitrato de amônio por um mês em meio à escassez de oferta global
Autoridade do Catar diz que não há mediação direta entre EUA e Irã
Não há mediação direta do Catar entre os Estados Unidos e o Irã, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Majed Al Ansari, em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira.
Índice EWZ cai 0,24% na pré-abertura dos EUA
Atividade da zona do euro quase estagna com impacto inflacionário da guerra no Oriente Médio, aponta PMI
O crescimento do setor privado da zona do euro desacelerou acentuadamente em março, conforme a guerra no Oriente Médio elevou os custos de insumos ao seu ponto mais alto em mais de três anos e desencadeou as piores interrupções na cadeia de suprimentos desde meados de 2022, segundo uma pesquisa divulgada nesta terça-feira. O Índice PMI Composto preliminar da zona do euro da S&P Global caiu para 50,5 em março, de 51,9 em fevereiro, marcando o menor nível em 10 meses e ficando abaixo das expectativas de economistas em uma pesquisa da Reuters de 51,0. O indicador está acima da marca de 50,0, que separa contração de crescimento, por 15 meses consecutivos. O crescimento estagnou à medida que novos pedidos — um indicador importante da demanda — caíram pela primeira vez em oito meses, impulsionado pela fraqueza do setor de serviços. Os pedidos do setor industrial continuaram a se expandir, embora a leitura da produção no setor tenha caído de 51,9 no mês anterior para 51,7. “O PMI preliminar da zona do euro está soando o alarme da estagflação, conforme a guerra no Oriente Médio aumenta acentuadamente os preços e, ao mesmo tempo, sufoca o crescimento”, disse Chris Williamson, economista-chefe de negócios da S&P Global Market Intelligence.
Agência do Irã relata que infraestrutura de energia foi danificada em ataques aéreos
Nem Israel nem os Estados Unidos reivindicaram os ataques.
Durigan anuncia Ceron como novo secretário-executivo da Fazenda e Daniel Leal no comando do Tesouro
O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou nesta segunda-feira ter escolhido o atual secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, para assumir o cargo de secretário-executivo da pasta, promovendo para o comando do Tesouro o subsecretário da dívida pública, Daniel Leal. Em postagem na rede social X, Durigan afirmou que o trabalho de Ceron “à frente do Tesouro foi fundamental para avançarmos com nossa agenda nos últimos anos”, ressaltando que confia em sua capacidade de entrega. À frente do Tesouro desde o início do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2023, Ceron foi um dos responsáveis pela elaboração e negociação do novo arcabouço fiscal, que substituiu o teto de gastos que vigorava desde o governo Michel Temer para implementar um sistema de metas. Em sua gestão, Ceron enfrentou momentos de turbulência e desconfianças de agentes do mercado sobre a gestão das contas públicas do governo, o que forçou o Tesouro a pagar taxas historicamente elevadas para remunerar investidores que aplicam em títulos do governo.
No 25º dia da guerra, Irã ataca Israel e países árabes; israelenses miram Beirute
Movimento ocorre apesar das declarações da véspera de Trump de que há uma negociação em andamento pelo encerramento do conflito.
Goldman Sachs passa a deter equivalente a 5,09% da Brava Energia
Refinaria da Valero explode e pega fogo em Port Arthur, no Texas (EUA)
A refinaria tem cerca de 770 funcionários e pode processar cerca de 435 mil barris de petróleo por dia, de acordo com o site da Valero.
Barris de petróleo e minério de ferro avançam
Os preços do petróleo avançaram nas negociações na Ásia nesta terça-feira, após registrarem fortes quedas na noite anterior, enquanto os traders avaliam os desdobramentos relacionados ao conflito no Oriente Médio. A alta ocorre após uma forte onda de vendas na segunda-feira, quando o Brent recuou cerca de 11%, para perto de US$ 99 por barril, depois de ter superado US$ 112 na sexta-feira. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta.
- Petróleo WTI, +2,60%, a US$ 90,42 o barril
- Petróleo Brent, +1,59%, a US$ 101,53 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,55%, a 824 iuanes (US$ 119,76)
Bolsas da Europa operam de forma mista
As ações europeias operam de forma mista, à medida que sinais contraditórios decorrentes da guerra em curso no Oriente Médio elevaram os preços do petróleo e reduziram o apetite pelo risco. O Estreito de Ormuz, que transporta um quinto do comércio global de petróleo, está em grande parte fechado desde o início da guerra, aumentando as preocupações com a inflação causada pela energia na Europa, que depende fortemente da rota para seu petróleo.
- STOXX 600: +0,13%
- DAX (Alemanha): -0,26%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,15%
- CAC 40 (França): -0,03%
- FTSE MIB (Itália): +0,14%
Bolsas da Ásia encerram dia com ganhos
Os mercados da Ásia-Pacífico reduziram os ganhos nesta terça-feira à medida que os preços do petróleo voltaram a subir, ainda por incertezas em torno do conflito no Oriente Médio. O Kospi, da Coreia do Sul, chegou a subir mais de 3%, mas devolveu parte dos ganhos e fechou em alta de 2,7%, a 5.553,92 pontos, enquanto o índice de small caps Kosdaq avançou 2,24%, encerrando o pregão aos 1.121,44 pontos.
- Shanghai SE (China), +1,78%
- Nikkei (Japão): +1,43%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +2,78%
- Nifty 50 (Índia): +2,08%
- ASX 200 (Austrália): +0,16%
Ata/Copom: a decisão é compatível com o cenário atual, no qual a duração e extensão dos conflitos geopolíticos, assim como sinais mistos sobre o ritmo de desaceleração da atividade econômica e seus efeitos sobre o nível de preços, dificultam a identificação de tendências claras
Ata/Copom: o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio
Ata/Copom: o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de calibração serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises
Segundo o Copom, essa decisão é compatível com o cenário atual, no qual a duração e extensão dos conflitos geopolíticos, assim como sinais mistos sobre o ritmo de desaceleração da atividade econômica e seus efeitos sobre o nível de preços, dificultam a identificação de tendências claras.
EUA: índices futuros operam sem força
Os índices futuros de Nova York operavam oscilando entre leves perdas e altas, à medida que o sentimento dos investidores parecia se estabilizar na aproximação da sessão europeia, em meio às preocupações com a guerra no Oriente Médio. Mais cedo, os Treasuries caíram e o petróleo voltou a subir, à medida que o otimismo frágil em torno de uma possível dessensibilização das tensões no Oriente Médio deu lugar a uma nova postura de cautela.
- Dow Jones Futuro: -0,19%
- S&P 500 Futuro: -0,14%
- Nasdaq Futuro: -0,02%
Ata/Copom: além do agravamento das tensões geopolíticas, novas incertezas com relação à política econômica dos Estados Unidos colaboraram para tornar esse cenário ainda mais incerto
Ata/Copom: em relação ao cenário doméstico, o resultado do PIB no último trimestre de 2025 evidenciou a desaceleração esperada da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho segue resiliente
De acordo com a ata, nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes seguiram apresentando algum arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação. As expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,1% e 3,8%, respectivamente.
Ata/Copom: o ambiente externo tornou-se mais incerto, em função do acirramento de conflitos geopolíticos no Oriente Médio, com reflexos nas condições financeiras globais
Segundo a ata, tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities.
Abertura de mercados
A falta de clareza sobre o destino da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã pesava sobre os mercados financeiros nesta terça-feira, com o rali provocado na véspera por comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, se dissipando e o petróleo retomando o patamar de US$100 o barril. Enquanto isso, na cena local, os agentes estarão atentos à divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, na qual o colegiado decidiu reduzir a taxa básica de juros somente em 0,25 ponto percentual e defendeu a adoção de cautela e serenidade à frente em meio ao conflito no Oriente Médio. Nesta terça, autoridades israelenses disseram que Trump quer fazer um acordo com o Irã, mas é improvável que as conversas tenham sucesso neste momento. Na véspera, Trump adiou a ameaça de bombardear usinas de energia iranianas caso Teerã não reabra totalmente o Estreito de Ormuz, por onde passa 20% da produção mundial de petróleo, e disse que havia boas conversas em andamento com Teerã. O Irã, no entanto, negou os contatos. A fala de Trump provocou um rali nos mercados e levou o preço do barril do petróleo a uma queda da ordem de 15%, cenário que se dissipou nesta terça. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com amplos ganhos
Investidores em Wall Street se animaram com a notícia de que Irã e EUA estão dedicados a conversas diplomáticas para terminar o conflito. O presidente dos EUA, Donald Trump, foi à rede social dizer que determinou suspensão de qualquer ataque às redes de energia iraniana por cinco dias, graças a “conversas muito boas e produtivas” com os iranianos, isso um dia após dar 48 horas de ultimato para o Irã abrir o Estreito de Ormuz. “Os mercados de ações finalmente encontraram uma saída para a incerteza dramática e as condições de sobrevenda significativas devido ao conflito iraniano”, escreveu Jeff Kilburg, fundador e CEO da KKM Financial. “Se isso se provar uma base para a paz no Oriente Médio, as ações poderão voltar a atingir seus maiores patamares históricos”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 1,38 | 46.208,53 |
| S&P 500 | 1,15 | 6.581,04 |
| Nasdaq | 1,38 | 21.946,76 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,150 | -0,270 |
| DI1F28 | 13,820 | -0,355 |
| DI1F29 | 13,765 | -0,345 |
| DI1F31 | 13,870 | -0,275 |
| DI1F32 | 13,910 | -0,230 |
| DI1F33 | 13,920 | -0,210 |
| DI1F34 | 13,885 | -0,205 |
| DI1F35 | 13,890 | -0,180 |
Dólar comercial fechou ontem com forte baixa de 1,29%
O dólar comercial voltou a cair diante do real, após a alta de sexta-feira (20). O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,53%, aos 99,12 pontos.
- Venda: R$ 5,240
- Compra: R$ 5,240
- Mínima: R$ 5,215
- Máxima: R$ 5,314
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PRIO3 | -2,84 | 65,96 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MBRF3 | 14,34 | 18,98 |
| RENT4 | 10,43 | 45,00 |
| VAMO3 | 9,72 | 3,50 |
| CYRE4 | 9,51 | 25,46 |
| CSNA3 | 9,18 | 6,54 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 80.878 | 0,79 |
| PRIO3 | 57.666 | -2,84 |
| B3SA3 | 55.136 | 6,61 |
| RENT3 | 50.733 | 8,86 |
| VALE3 | 44.199 | 2,57 |
Ibovespa terminou ontem com baixa de 3,24%, aos 181.931,93 pontos
- Máxima: 182.973,41
- Mínima: 176.220,82
- Diferença para a abertura: +5.712,53 pontos
- Volume: R$ 32,40 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (23): +3,24%
- Semana: +3,24%
- Março: -3,63%
- 1T26: +12,91%
- 2026: +12,91%
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