
Ibovespa hoje
- Petróleo volta a subir 3% após ataques do Irã, enquanto decisões dos Bancos Centrais seguem no foco dos investidores.
- Congresso promulga hoje acordo Mercosul–UE e conclui ratificação do Brasil no tratado.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Nvidia prevê gastos com data centers entre US$ 3 tri e US$ 4 tri por ano até 2030
BC transforma regime de administração especial temporária do Banco Master em liquidação extrajudicial
Presidente do Banco do Japão enfatiza necessidade de atingir inflação de 2% apoiada em ganhos salariais
O presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda, disse que a inflação subjacente está acelerando em direção à meta de 2% do banco central, enfatizando que os aumentos de preços devem ser acompanhados por sólidos ganhos salariais. Os comentários foram feitos antes da reunião de política monetária do banco central, que durará dois dias e terminará na quinta-feira, onde se espera manutenção da taxa de juros em 0,75%. O aumento dos preços do petróleo com o conflito do Oriente Médio aumenta a pressão inflacionária já crescente, complicando a decisão do Banco do Japão sobre quando aumentar os juros, já que o país depende das importações de energia para impulsionar sua economia. Ueda disse ao Parlamento que os salários e os preços estão aumentando moderadamente em conjunto, à medida que as empresas repassam os custos mais altos de matéria-prima e mão de obra. “A inflação subjacente está acelerando gradualmente em direção à nossa meta de 2%”, e a convergência para cerca de 2% é vista em algum momento a partir da segunda metade do ano fiscal de 2026 até 2027, disse Ueda nesta terça-feira. (Reuters)
Confiança dos investidores da Alemanha cai mais que o esperado em março, aponta ZEW
A confiança dos investidores da Alemanha caiu muito mais do que o esperado em março, registrando o maior declínio desde fevereiro de 2022, quando a guerra na Ucrânia começou, à medida que as pressões sobre os preços aumentam com o conflito no Oriente Médio. O indicador de sentimento econômico caiu para -0,5 ponto em março, informou o instituto de pesquisa econômica ZEW nesta terça-feira, o valor mais baixo desde abril de 2025. Analistas consultados pela Reuters esperavam que a leitura caísse para 39,0 pontos, em comparação com os 58,3 do mês passado. “O indicador ZEW entrou em colapso”, disse o presidente do ZEW, Achim Wambach, acrescentando que a pressão inflacionária aumenta o risco de uma desaceleração na recuperação incipiente da Alemanha. A força desses efeitos dependerá da intensidade e da duração do conflito, disse Wambach.
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para amanhã está em 99%
| 18/03 | 29/04 | |
| 3,75%-3,50% | 99,1% | 97% |
| 3,50%-3,25% | 0,1% | 3% |
| 3,25%-3,00% | – | – |
Itaúsa aumenta lucro líquido recorrente para R$ 4,45 bi no 4º tri, alta anual de 21%
Lucro líquido do quarto trimestre foi de R$ 4,3 bilhões.
Dólar busca por direção enquanto o foco muda para resposta de BCs
O dólar buscava uma direção clara nesta terça-feira, com os investidores mudando seu foco para reuniões de bancos centrais, em meio à incerteza sobre o conflito no Oriente Médio e as perspectivas para os preços do petróleo. O conflito no Oriente Médio e seu impacto econômico permanecem no centro das atenções, com os preços do petróleo acima de US$100 por barril devido a preocupações com o fornecimento, já que o Estreito de Ormuz está praticamente fechado. Os futuros do petróleo caíram na sessão anterior, depois que alguns navios atravessaram a via fluvial crítica. “Se o Irã permitir a passagem de navios destinados à Índia, China e sul da Ásia, isso poderá reduzir significativamente a pressão sobre a oferta”, disse Mohit Kumar, economista da Jefferies. “Ao mesmo tempo, o Irã pode alegar que mantém o controle do tráfego do Estreito.” O Irã lançou novos ataques contra os Emirados Árabes Unidos nesta terça-feira, o tipo de ataque contra os aliados norte-americanos do Golfo que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que não era esperado.
Índice EWZ cai 0,25% na pré-abertura dos EUA
Governo do DF corre contra o tempo para tentar viabilizar aporte e salvar o BRB
Expectativa é reverter a decisão até o fim desta terça-feira, véspera da realização da assembleia de acionistas.
PRIO (PRIO3) recebe licença para perfurar até 14 novos poços no Campo de Frade
Petroleira manterá o mercado informado acerca do cronograma de perfuração no Campo.
Sabesp anuncia quase R$584 mi em JCP e aumento de capital de R$169 mi
O conselho de administração da Sabesp aprovou na segunda-feira à noite a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP) de R$583,6 milhões, referentes ao exercício de 2025.O montante corresponde a R$0,8292 por ação, de acordo com a empresa, e o pagamento dos proventos será feito em 30 de abril para acionistas que detinham ações na data base de 19 de março. O conselho também aprovou um aumento de capital de R$169,2 milhões mediante a capitalização do saldo de reservas de lucros, representado pela emissão de 19,9 milhões de ações a serem distribuídas aos acionistas com preço de R$149,34 por ação. O aumento de capital seguirá a proporção de 0,02834562 novas ações ordinárias para cada ação ordinária para as posições detidas também no dia 19 de março. Com o aumento, o capital da companhia passa para um total de R$21,38 bilhões.
Área técnica do TCU diz que não recomenda adiamento do leilão de potência
A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) emitiu parecer no qual não recomenda um adiamento do leilão que contratará mais potência para o setor elétrico, marcado em duas sessões nesta semana, no processo da Corte que analisa a forte elevação dos preços-teto do certame pelo governo. Segundo o órgão, “não se mostra conveniente a adoção de medidas imediatas” pelo TCU antes da realização do leilão, uma vez que o sistema elétrico brasileiro corre risco de falta de potência caso a contratação não ocorra “tempestivamente”, conforme indicado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A AudElétrica analisou os argumentos apresentados pelo Ministério de Minas e Energia para a revisão dos preços-teto do leilão, que praticamente dobraram após uma forte reação negativa de empresas interessadas, o que gerou “indícios de irregularidade”, de acordo com a unidade de auditoria especializada em energia elétrica e nuclear. Apesar de não recomendar um adiamento da licitação, o órgão disse que a análise de informações fornecidas pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao governo, evidenciou “fragilidades metodológicas” na definição dos preços-teto, já que os parâmetros adotados, baseados principalmente em dados declarados pelas empresas, “mostram-se pouco aderentes às referências internacionais e não capturam tempestivamente oscilações significativas de mercado”.
Congresso promulga hoje acordo Mercosul–UE e conclui ratificação do Brasil no tratado
Sessão solene marca etapa final no Congresso e reforça aposta do governo Lula na abertura comercial e na integração com o bloco europeu.
Irã pede que países condenem ataques de EUA e Israel
As interrupções no Estreito de Ormuz não podem ser tratadas independentemente da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, disse o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, ao secretário-geral da ONU, António Guterres, de acordo com sua conta no Telegram na terça-feira. Araqchi também conclamou os Estados e instituições preocupados com a paz e a segurança do mundo a condenar os ataques israelenses e norte-americanos contra seu país.
Novo líder supremo do Irã rejeita propostas para reduzir tensões com EUA
A posição de Mojtaba Khamenei em relação à vingança contra os EUA e Israel foi ‘muito dura e séria’ em sua primeira sessão de política externa, disse a autoridade graduada.
BC pode seguir com Copom desfalcado por várias reuniões diante de entraves no Senado
Quatro fontes ouvidas pela Reuters disseram que o preenchimento das vagas não está sendo encarado como uma prioridade pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ministro de Israel diz que chefe de segurança do Irã foi morto; Teerã ataca vizinhos do Golfo
O ministro israelense da Defesa, Israel Katz, afirmou nesta terça-feira que os militares israelenses mataram o chefe de segurança do Irã e o chefe da milícia Basij em ataques aéreos durante a noite, e Teerã manteve os ataques contra os vizinhos do Golfo, o que tem elevado os preços da energia. Katz disse em um comunicado que havia sido informado pelos militares que o chefe de segurança do Irã, Ali Larijani, foi morto. A mídia estatal iraniana publicou uma nota escrita à mão por Larijani em homenagem aos marinheiros iranianos mortos em um ataque dos EUA, cujo funeral era esperado na terça-feira, mas Teerã não fez nenhum comentário imediato sobre as falas de Katz. Larijani seria a figura mais importante assassinada desde que o líder supremo Ali Khamenei foi morto no primeiro dia dos ataques aéreos israelenses e norte-americanos em 28 de fevereiro. Katz disse que Gholamreza Soleimani, o comandante das forças Basij do Irã, também foi morto. A milícia Basij é uma força paramilitar sob o controle da Guarda Revolucionária Islâmica que é frequentemente usada para reprimir protestos dentro do Irã.
Barris de petróleo voltam a subir 3% e minério de ferro avança 1%
Os preços do petróleo sobem 3%, com incertezas sobre uma coalizão liderada pelos EUA para proteger a navegação no Estreito de Ormuz, enquanto o Irã prosseguia com os ataques à infraestrutura energética no Oriente Médio. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, com o aumento da demanda por produtos siderúrgicos acabados para a construção civil na China.
- Petróleo WTI, +3,17%, a US$ 96,46 o barril
- Petróleo Brent, +2,93%, a US$ 103,13 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,81%, a 816,5 iuanes (US$ 117,38)
Bolsas da Europa têm leves ganhos
Os mercados europeus operam em leves altas, em meio à forte volatilidade no petróleo, que voltou ao centro das atenções dos investidores em meio a tensões geopolíticas e riscos de oferta. Os resultados trimestrais da Prudential e da Poste Italiane serão divulgados nesta terça, enquanto os dados econômicos incluem a última leitura do sentimento econômico da União Europeia.
- STOXX 600: +0,37%
- DAX (Alemanha): +0,09%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,57%
- CAC 40 (França): +0,57%
- FTSE MIB (Itália): +0,76%
Bolsas da Ásia fecham dia na maioria com ganhos
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com alta, impulsionados pelas ações dos setores automotivo e de tecnologia, após a Nvidia anunciar uma previsão de receita robusta para seus principais chips e parcerias com montadoras da região. Os investidores também avaliaram os desdobramentos da guerra com o Irã, com o presidente dos EUA, Donald Trump, considerando a possibilidade de adiar seu encontro com o presidente chinês, Xi Jinping, por “cerca de um mês” devido ao conflito no Oriente Médio. A expectativa era de que Trump viajasse à China no final de março.
- Shanghai SE (China), -0,85%
- Nikkei (Japão): -0,09%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,13%
- Nifty 50 (Índia): +0,59%
- ASX 200 (Austrália): +0,36%
EUA: índices futuros recuam com barris de petróleo em alta
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta terça-feira (17), com a recuperação vista em Wall Street na véspera perdendo tração diante da disparada do petróleo em meio às tensões no Oriente Médio. O conflito na região continuou a reverberar nos mercados, com os investidores acompanhando de perto o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz. O presidente dos EUA, Donald Trump, renovou os apelos para que outras nações ajudem a garantir a segurança dessa via navegável crucial e ameaçou expandir os ataques à infraestrutura petrolífera. Enquanto isso, o Irã incendiou um importante campo de gás, aumentando ainda mais a pressão sobre o já fragilizado sistema global de abastecimento de combustível.
- Dow Jones Futuro: -0,15%
- S&P 500 Futuro: -0,17%
- Nasdaq Futuro: -0,26%
IGP-10 registra queda de 0,24% em março de 2026
O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou queda de 0,24% em março, com menor intensidade que em fevereiro, quando foi de -0,42%. Com esse resultado, o índice acumula retração de 0,36% no ano e de 2,53% nos últimos 12 meses. Em março de 2025, o IGP-10 subira 0,04% no mês e acumulava alta de 8,59% em 12 meses.
Abertura de mercados
Novos ataques do Irã a aliados dos Estados Unidos no Golfo Pérsico elevavam os preços do petróleo nesta terça-feira e mantinham os investidores nervosos, enquanto Federal Reserve e Banco Central iniciam suas reuniões de política monetária. Os mercados de ações ganharam fôlego na segunda-feira com o recuo dos preços do petróleo, em meio à esperança de que o fluxo de embarques pelo Golfo Pérsico melhorasse. Operações no campo de gás Shah, nos Emirados Árabes Unidos, permaneciam suspensas nesta terça-feira, enquanto um novo ataque provocou um incêndio no importante terminal de exportação de petróleo de Fujairah, ressaltando como o Irã está interrompendo o fluxo de energia na região. Aliados rejeitaram as exigências do presidente dos Estados , Donald Trump, para enviarem navios de guerra para escoltar petroleiros pelo Estreito de Ormuz. Esta terça marca o início das reuniões de política monetária tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, que anunciam suas decisões na quarta-feira. Banco Central Europeu, Banco da Inglaterra e Banco do Japão fazem o mesmo na quinta. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com ganhos
Investidores em Wall Street acreditaram novamente no que o presidente dos EUA, Donald Trump, falou sobre a guerra. Dessa vez, o mandatário disse que o Irã quer um acordo, mas que ele, Trump, ainda não está pronto para isso. Ao mesmo tempo, os EUA liberaram que o Irã seguisse exportando petróleo, para equilibrar a oferta, e Trump pediu aos aliados que enviem navios de guerra ao Estreito de Ormuz para garantir a passagem de petróleo. Com tudo isso, os futuros do petróleo recuaram e melhoraram o sentimento. “O mercado realmente acredita que Trump tem os interesses do mercado em mente a longo prazo”, disse à CNBC David Krakauer, vice-presidente de gestão de portfólio da Mercer Advisors. Mais especificamente, “ainda há uma certa expectativa de que ele possa encerrar o conflito se realmente quiser, caso as coisas comecem a piorar”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,83 | 46.946,22 |
| S&P 500 | 1,01 | 6.699,39 |
| Nasdaq | 1,22 | 22.374,18 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,155 | -0,220 |
| DI1F28 | 13,535 | -0,380 |
| DI1F29 | 13,515 | -0,415 |
| DI1F31 | 13,705 | -0,460 |
| DI1F32 | 13,760 | -0,445 |
| DI1F33 | 13,775 | -0,455 |
| DI1F34 | 13,790 | -0,500 |
0,-
Dólar comercial fechou ontem com forte queda de 1,60%
O dólar comercial voltou a subir diante do real, após três altas seguidas. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,56%, aos 99,80 pontos.
- Venda: R$ 5,229
- Compra: R$ 5,229
- Mínima: R$ 5,226
- Máxima: R$ 5,284
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PSSA3 | -4,00 | 47,34 |
| RADL3 | -0,93 | 23,36 |
| UGPA3 | -0,69 | 25,94 |
| WEGE3 | -0,52 | 45,97 |
| BBSE3 | -0,49 | 34,88 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | ||
| RAIZ4 | 11,11 | 0,50 | |
| CSNA3 | 5,42 | 6,03 | |
| MGLU3 | 5,35 | 9,84 | |
| EMBJ3 | 4,20 | 76,96 | |
| BRAV3 | 4,08 | 18,64 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 59.355 | 2,04 |
| PRIO3 | 45.933 | 3,46 |
| VALE3 | 36.281 | 0,69 |
| RADL3 | 30.058 | -0,93 |
| EMBJ3 | 29.542 | 4,20 |
Ibovespa terminou com alta de 1,25%, aos 179.875,44 pontos
- Máxima: 181.254,85
- Mínima: 177.656,24
- Diferença para a abertura: +2.222,13 pontos
- Volume: R$ 22,60 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (16): +1,25%
- Semana: +1,25%
- Março: -4,72%
- 1T26: +11,64%
- 2026: +11,64%
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